O professor de cardiologia e intensivista, Hilton Chaves, ainda, aguarda com muita determinação o momento de sua convocação para viajar à capital Porto Príncipe, a fim de ajudar as vítimas do recente terremoto no país caribenho.
Ao ser novamente indagado sobre a sua decisão em viajar ao Haiti, Chaves ponderou que "permanecer em Recife durante o carnaval é absolutamente irrelevante. Gostaria muito de estar usando a minha experiência acumulada em prol daqueles que estão necessitados de ajuda médica no Haiti, principalmente, numa área que me sinto à vontade, medicina intensiva. Até hoje, ainda, trabalho em plantões semanais na UTI Geral e com muito orgulho. Talvez o momento em que me sinta mais útil como médico é diante de um paciente grave. A situação de decidir ações médicas na UTI, representa, talvez, uma das maiores provas de fogo para um profissional que luta para recuperar uma vida humana. Quando não conseguimos isso, temos que ter a consciência que não somos onipotentes.", concluiu, coerentemente, Hilton.
0 comentários:
Postar um comentário